Sintomas da Esquizofrenia

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A drª Regina Cláudia Barbosa da Silva, em seu trabalho “Esquizofrenia: uma Revisão”, explica que o termo “esquizofrenia” surge com Bleuler (1857-1939) para significar “divisão da mente”, ou melhor, para indicar uma cisma entre pensamento, emoção e comportamento. Esse conceito nasce para substituir o termo “demência precoce” entre as entidades de estudos da época.

Estima-se que anualmente são constatados cerca de 0,1-0,7 novos casos da doença para cada 1.000 habitantes.

Os sintomas da esquizofrenia são divididos em dois subtipos: positivos e negativos, conforme propostos por Tim Crow em 1980. O tipo I, ou o positivo, indica a presença de alucinações e delírios, e o tipo II, ou o negativo, consiste no ‘embotamento efetivo’ e na pobreza do discurso.

Considera-se um ‘delírio’, o transtorno do conteúdo do pensamento, e uma ‘alucinação’, o aparecimento de sensações visuais, auditivas ou táteis.

Os primeiros indícios da doença aparecem ainda no final da adolescência e no começo da fase adulta. Na maioria dos casos esses sintomas são considerados prodrômicos, ou seja, ainda não conseguem defini-la. O quadro mais frequente é de perda de energia, de iniciativa e interesse, humor depressivo, isolamento, negligência com aparência pessoal e higiene. Além disso, foi constatado que o indivíduo diagnosticado com esquizofrenia perde a capacidade de sentir prazer, tende a ter déficits cognitivos, um comportamento desordenado e catatônico, ou involuntário.  

Pessoas que se identifiquem com o quadro de sintomas acima são aconselhados a buscarem diagnóstico e tratamento médico.

Publicado: 04/05/2017


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