Osteoartrite

Como acabar com as dores nas juntas?

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No último post sobre esse tema vimos que a osteoartrite é bastante comum e se caracteriza principalmente pelo desgaste e processos inflamatórios nas articulações.

Essa doença pode ser extremamente debilitante e causar diversas complicações ao paciente, privando-o de seus afazeres e obrigações cotidianas. Isso acontece porque as juntas mais afetadas são justamente as dos pés, joelhos e mãos.

Abaixo, veja dicas que podem ajudar a eliminar as dores:

- Pratique atividades físicas

A maiorias dos especialistas aconselham seus pacientes a se exercitem. As atividades, além de promoverem o bem-estar e melhorar significativamente a qualidade de vida, ajudam a amenizar os sintomas, fortalecem a musculatura em volta da articulação e melhoram a elasticidade dos movimentos.

Porém, mesmo sendo super recomendada, a atividade física dever ser acompanhada por um especialista. Exercícios de alto impacto, ao invés de ajudar no tratamento, podem agravar o problema e causarem lesões.

- Viva uma vida saudável

A obesidade está intrinsicamente relacionada a piora dos sintomas e é uma das principais causas da doença. Além de gerar um impacto considerável na qualidade de vida do paciente e promover situações favoráveis para o desenvolvimento de diversos outros tipos de patologias, a obesidade pode ocasionar alterações degenerativas em articulações, principalmente joelhos, e sobrepeso em toda a estrutura corporal.

Por esses fatores, é importante que se mantenha hábitos saudáveis, como uma alimentação balanceada, rica em verduras, legumes e frutas. Evitar o consumo de gorduras e sais pode um grande passo para começar essa mudança de rotina.

- Faça compressas quentes e frias

Em alguns casos, são receitadas compressas de água quente ou fria para amenizar a dor nas articulações. A compressa de água quente tende a melhorar consideravelmente a dor e a rigidez das juntas, e a de água fria auxilia na melhora das inflamações e do inchaço.

Essas dicas prometem ajudar no tratamento da dor, mas aconselha-se sempre a supervisão e o acompanhamento de um profissional da saúde. A presença do médico no tratamento é insubstituível.

Publicado: 22/06/2017


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